Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008

Pedofilia - Uma visão patológica

Para tentarmos entender que perversão sexual é essa que causa preocupação em todos, devemos ver primariamente sua definição. Segundo o dicionário pedofilia é "a parafilia representada por desejo forte e repetido de práticas sexuais e de fantasias sexuais com crianças pré-púberes", a pedofilia além de crime é também uma doença. E dessa última gostaria de falar em primeiro lugar, já que dificilmente se olha tal aspecto psicológico. Segundo a psicologia e a própria legislação pedofilia não é crime, mas distúrbio psicológico que causa crimes, tais como a prostituição e pornografia infantil, previstos tanto no Código Penal quanto no ECA.

A abordagem de tal tema é sensível, já que quando se fala do pedófilo a primeira imagem que vem a mente é a de um homem de meia-idade disposto a aliciar menores sem qualquer escrúpulos. A verdade é que a maioria dos casos vultosos existentes se encaixam nesse perfil, no entanto, subjugam os casos relacionados a mulheres e também a pessoas com desvios psiquiátricos, que causam sem sombra de dúvida, tanto estrago na criança quanto o primeiro caso.

As consequências vivenciais e possíveis futuros problemas da pessoa que em sua infância, sofreu um estupro ou qualquer outro tipo de crime relacionado a essa parafilia têm um caráter quase que permanente, sendo assim, a atenção deve ser grande no que diz respeito a prováveis "sintomas" de que isso esteja ocorrendo. Os pedopsiquiatras costumam dizer que para a detecção disso devemos olhar primariamente para o linguajar da criança quanto a assuntos sexuais que provavelmente em sua idade não falaria. No entanto, fazendo abordagem também do aspecto sociológico, numa sociedade onde o que mais se exalta é a sexualidade em todas as suas formas, a detecção de tal fator se torna difícil.

No Brasil, sem dúvida alguma, exaltamos imoralmente (isso sem falsa moralidade alguma) o sexo. Não podemos ter opiniões "fundamentalistas" numa sociedade pós-moderna a ponto de não deixarmos que haja uma educação sexual mais aberta, no entanto, não devemos de forma alguma abrir o caminho da perversão sexual para crianças que não têm condições de receber tal carga de informação. Isso pode soar meio conservador, mas façamos uma pesquisa em sites de vídeo como Youtube e veremos que existem letras de funk voltadas para crianças menores de idade com o incentivo ao sexo explícito, como o já denunciado vídeo Bonde das Novinhas, onde várias crianças que não passam da idade de catorze anos tem suas fotos sendo mostradas enquanto a música fala sobre o sexo com menores.

A identificação do pedófilo é um passo importante, mas difícil de ser feito, para isso o DSM-IV, o dito Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais cita três características:
1- A pessoa possui intensa atração sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de caráter sexual por menores de 13 anos de idade ao longo de um período de, pelo menos, seis meses.
2- A pessoa decide realizar os seus desejos ou o seu comportamento é afetado por eles, e/ou tais desejos causam estresse ou dificuldades intra e/ou interpessoais.
3- A pessoa possui mais de 16 anos de idade e é pelo menos cinco anos mais velha do que a(s) criança(s) citadas no critério 1.(observação): Este critério não é válido para indivíduos no final da adolescência - entre 17 e 19 anos - envolvidos num relacionamento amoroso com um indivíduo com 12-13 anos de idade).
São critérios subjetivos e que dificilmente podem ser vistos de forma bem clara no comportamento de uma pessoa.

Atualmente vem sendo discutida a possibilidade da dita castração química para pedófilos, funciona basicamente como um medicamento que reduz o nível de libido, através de hormônios, já vem sendo aplicada na Grã-Bretanha e também foi aplicada no Brasil. Atualmente se discute a possibilidade de ser aplicada como pena para reincidentes nos casos de estupro e pornografia. Existe também a possibilidade de um grupo de apoio psicológico parecido com os AA, onde existe um programa de doze passos.

Com o advento da Internet, a identificação do pedófilo se tornou muito mais "fácil" de ser realizada. Existem vários meios de comunicação e acreditem, os meios que tais pessoas criminosas se utilizam são muito comuns e acessíveis às crianças. Sendo assim, além de todo cuidado presencial também faz-se necessária a denúncia dos crimes, atualmente existem várias formas, além da própria sinalização em sites de maior porte existe o

Denunciar; e também a
Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet

A pedofilia deve ser tratada antes que se transforme em atos criminosos. Denunciem, pornografia e prostituição infantil são crimes!

Mais informações, podem ser vistas nos 210 blogs que estão participando dessa blogagem coletiva:


15 comentários:

F. S. Júnior disse...

tu que escreveu este texto?

Raphael Rap disse...

Ué cara... sim...

Tá ruim, bom ou sei lá o q? rs

Fábio Mayer disse...

Ótimo texto, esclarecedor, muito embora eu não consiga classificar isso como doença de jeito nenhum, porque sei as consequências jurídicas desse ato.

Pedófilo bom é pedófilo morto e, se não dá pra fazer isso por conta da Lei, pelo menos que seja preso e afastado da sociedade para o resto de sua vida miserável

Teo disse...

O certo é que no Brasil a lei facilita pro pedófilo. A posse de pornografia infantil não é crime em nenhuma hipótese. Isso é algo que deveria ser repensado.

Sarah Toledo disse...

é interessante olhar esse ponto de vista. encaramos pedófilos como pessoas nojentas, criminosas (como de fato são), mas há esse lado psicológico, sociopata, de alguma forma...

legal a idéia da postagem! (oh, céus, eu sempre me esqueço de ficar por dentro dessas coisas).

bjim, rapha.

Diogo disse...

Pô Rap to sim! rsrs
ah é DiOgo! hehehehe
é assunto a ser tratado e não escondido né?
Devemos lutar contra isso!

Tamo junto mano!

Deus Abençoe!
Paz sempre!

Celia Rodrigues disse...

Gostei da forma científica com que você tratou o tema. Foi bastante inteligente e esclarecedora. Mas, na prática, não levamos em consideração os possíveis distúrbios psicológicos de um pedófilo, especialmente quando o crime é cometido de forma violenta. Há algum tempo atrás foi notícia, em Joinvile, SC, o crime de estupro e morte por estrangulamento contra uma menina de 2 anos na pia batismal de uma igreja Adventista, enquanto os pais participavam do culto e a criança foi encaminhada a uma sala infantil. Não se achou o assassino. Dá vontade de chorar. Na ocasião eu falei: "Se um sujeito faz isso com uma filha minha e eu fico frente a frente com ele, sou capaz de matá-lo com minhas próprias mãos!". Sou mesmo.

Kessia disse...

a castração deveria ser física


pena q fiquei de fora da blogagem coletiva tb =/

vc nem p me avisar nééé ow!

rsrsrs

Daniel's disse...

Não sei discernir se é doença, se é crime, se é possessão demoníaca ou se são todas essas coisas juntas.

Enfim, ha um tempo atras eu li um post mto interessante na Norma Braga sobre isso. Acredito que seria de bom proveito colocá-lo aqui. Segue

Se um interlocutor se imiscuísse no artigo de um autodenominado filosófo do qual não quero dar o link – quanto menos divulgado, melhor – , qual seria o diálogo resultante? Confira.


- Eu acho um absurdo essa recente "caça às bruxas" de nossa sociedade ocidental contra o que chamam de "pedofilia".

- Ah é? Por quê?

- Ora, para começar, a nossa história está repleta de exemplos de uniões com êxito entre pessoas de idades diferentes.

- Ah, por favor, que conceito fluido de "pedofilia" é esse? Você não vai comparar "uniões entre pessoas de idades diferentes" com pedofilia, vai?

- Espera aí. Relações entre adultos e crianças não precisam ser traumáticas. Existem casos em que as relações sexuais, até mesmo com certa violência, não deixam marcas físicas e psicológicas nas crianças. Você se lembra da sua infância?

- Minha infância? Cara... Acho que até mesmo o mais leve olhar sexualizado de um adulto deixa marcas. As crianças são muito sensíveis e eu me lembro de cada momento de minha infância. Não se brinca com isso. O fato é que a criança tem mecanismos adaptativos muito fortes, pois ainda não desenvolveu proteções psicológicas adequadas. O adulto pode conseguir os pactos mais esdrúxulos com uma criança, se conseguir ganhar a confiança dela. Se esse pacto for o abuso sexual, ela vai se tornar alguém problemático com relação ao sexo, perpetuando o abuso por sua vez.

- Não é bem assim. Existem muitas crianças que até fantasiam experiências com adultos e que, uma vez perguntadas se foram "abusadas" sexualmente, dizem "sim" com orgulho, de acordo com a expectativa dos que perguntam.

- Não acredito que isso seja tão constante assim. (Aliás, como é que você sabe?) Mesmo assim, é o que eu disse: o fato de a criança ter se adaptado a isso, inventando ou não, não é prova de que a pedofilia pode ser algo "normal". Assim como o fato da existência de uma boa quantidade de assassinos no mundo não prova que a morte provocada seja normal e desejável! Que argumento é esse para um filósofo?

- Mas, no caso do sexo, é diferente. Os relacionamentos são convenções da sociedade, que sempre busca punir quem não se enquadra nos padrões considerados corretos. No final das contas, todo mundo vai querer punir quem não fizer sexo no estilo "papai e mamãe", isto é, de pijama, só depois da novela, com parceiros heterossexuais e de mesma idade.

- Que absurdo você está dizendo. Há muito tempo ninguém pune ninguém por aquilo que é feito no quarto, entre adultos. Mas com criança é outra história. Você está comparando o incomparável. Quer dizer que a proibição à pedofilia é só uma "convenção"? Você acha então a pedofilia normal e aceitável?

- [Absorto no que diz] Isso não é só hipocrisia. Isso não é só cegueira ideológica e, quem sabe, religiosa. Isso é nazismo! É a Inquisição! Aí as pessoas começam a fazer "denúncias anônimas", o que é um perigo. Pegam o telefone para denunciar o comunista de hoje em dia, ou seja, o "pedófilo". Junto com o pai que não paga pensão, com o ladrão de galinha, o pedófilo é agora o inimigo número 1 da nação. Pobre nação! [Segue-se um longo monólogo sobre a excessiva criminalização praticada nas sociedades atuais.]

- Escute, você está mudando de assunto. Além disso, usou o exemplo mais errado possível: as sociedades comunistas são as que mais incentivam a criminalização. E o pior, não por crimes enquadrados no código penal, mas sim por crimes de opinião, como o que os homossexuais querem fazer com a tal lei da homofobia...

- (...)

- Mas ok, responda à minha pergunta, por favor. Você acha a pedofilia normal e aceitável?

- Não! Imagina. Estou longe fazer a defesa de algo como a pedofilia. Mas não concordo que nossa sociedade teça julgamentos sem levar em conta nossa tradição cultural, sem considerar o que de fato consideramos correto no Ocidente, e o que é e o que não é "abuso sexual" com crianças e jovens.

- Mas o que você está querendo dizer exatamente? Existe algum tipo de relação sexual com crianças que não seja abuso? Não percebe que com esse discurso você está indiretamente relativizando a noção de "pedofilia"? E que isso acaba sendo, sim, uma defesa da pedofilia?

- Não. Acredito que nisso tudo há uma falta completa de reflexão filosófica. E quem busca coibir a pedofilia nem sempre está preparado para entender situações que só com mais esclarecimento intelectual e mais vivência podemos entender. Não leva em conta que crescer e se tornar adulto não é uma tarefa fácil. É um processo social e histórico.

- Claro. Mas, antes de tratar o problema de adultos abusadores que continuam com sua sexualidade infantilizada – ou seja lá qual for a motivação de quem sente atração por crianças, não sei, não sou psicólogo – , é preciso tirar esses adultos de circulação, para que seja interrompido o ciclo do abuso sexual. As pesquisas dizem que quem é abusado se torna quase invariavelmente um abusador por sua vez. Primeiro, é um caso de polícia; depois o psicólogo intervém. Mas a coisa tem que parar. É crime. As "reflexões filosóficas", nesse caso, só serviriam para deixar os pedófilos mais livres...

- [Com o olhar suspenso] Você tem razão quanto à imaturidade sexual na idade adulta. Há um filme chamado "Pecados íntimos" em que todos os personagens continuam vivenciando sua infância. São adultos e tentam cumprir, como nós, suas obrigações sociais, mas são um pouco... infantis. Cada um de nós, de algum modo, é um daqueles personagens...

- Opa, peraí. Lá vem você relativizando de novo. Tá certo que a maturidade plena é difícil, mas esse tipo de imaturidade que leva ao abuso infantil, você há de convir, é algo muito mais sério... Podemos até nos identificar com a imaturidade dessas pessoas, mas não podemos, com base nessa identificação, promover um tipo de relativismo "compreensivo" que contibuirá, no final das contas, para a criação de um maldito NAMBLA, uma associação de pedófilos, no Brasil.

- Mas cada caso tem que ser analisado, para entender a diferença entre alguém que precisa de um tratamento por ser pedófilo e alguém que está propondo certas práticas — que no limite não serão malévolas — , práticas possíveis de serem propostas segundo uma série de fatores culturais.

- [Arregalando os olhos] Como assim? Que práticas???

- Tá vendo? Quando se fala de sexo, as pessoas ficam de cabelo em pé, igual você, agora. Os crimes sexuais, mais do que o assassinato, inspiram o fascismo...

- Oh, pare de se desviar do assunto! Responda, que práticas podem ser "pouco malévolas" em se tratando de tentativas sexuais entre um adulto e uma criança?! A criança está evidentemente em posição de inferioridade com relação ao adulto...

- Veja como você ficou nervoso! Isso é sintomático. Esse furor, esse desejo coletivo de castração do criminoso sexual, torna as pessoas tão ou mais perigosas do que os chamados pedófilos. A coletividade castradora é a direita, o fascismo, atacando coletivamente, enquanto o pedófilo, se quer abusar de crianças à força, ataca só individualmente...

- Agora você extrapolou tudo, meu caro. Não tenho visto nenhuma coletividade por aí, de facas na mão, correndo atrás dos pênis dos criminosos sexuais. Por outro lado, a pedofilia é algo que as mesmas sociedades ocidentais que você condena estão doidinhas para legalizar, porque estamos em uma época em que ninguém mais aceita freios para o desejo humano. E tem mais uma coisa: quando menciona "abusar de crianças à força", você parece querer defender que não é pedofilia o assédio adulto "consentido" pela criança. Esse é o mesmo argumento dos pedófilos do NAMBLA. Dizem que, se a criança aceita, por que não fazer...?

- Olha, nós não vamos chegar a bom termo criminalizando várias práticas sociais que até bem pouco tempo havíamos elogiado. O amor entre pessoas de idades diferentes foi e, em alguns lugares ainda é, uma prática incentivada no Brasil. Muitas de nossas avós casaram com homens bem mais velhos, quando ainda eram meninas. Não foram infelizes. Muitas meninas atraem propositalmente homens mais velhos, e isso não é o fim do mundo.

- Você está comparando o casamento das nossas avozinhas com a pedofilia? Você tem idéia do que está dizendo??? O adulto que se interessa sexualmente por uma criança logo abandonará essa mesma criança quando ela estiver com mais idade, porque terá perdido o interesse nela. É tão óbvio que a pedofilia é uma relação que degrada a criança, que é vista apenas como objeto sexual! Você está comparando isso com o relacionamento compromissado que é um casamento feliz? Sua visão está totalmente distorcida. Eu sabia que essa conversa não ia chegar a lugar algum.

- [Fechando a cara.] Regras rígidas e sem uma base de estudo podem nos conduzir a um Brasil como prisão coletiva, uma sociedade infeliz, meu amigo.

- Não me chame de amigo, por favor. É preciso uma prisão coletiva para pessoas como você, que sob a capa de "filósofo" contribuem para que mais e mais crianças sejam empurradas para o abismo sem fim que é a dor do abuso sexual. Você precisa se tratar!

luma disse...

Rap, acho muito confortável para o pedófilo ser tratado como psicopata e receber doses hormonais para diminuir a libido. Sabe o que fica parecendo? Que é ele a vítima! Um pobre coitado que a sociedade não entende.
Temos que ser responsabilizados por nossos atos, sejam quais forem. Quem garante que ele administrará as doses? Melhor seria criar presídios psiquiátricos para os tais. Eles iriam trocar muitas experiências entre si, não acha?
Neste caso, o exercício do perdão, é uma prova muito grande de amor à des(humanidade)!
Obrigada pela participação! Beijus

Éverton Vidal disse...

Valeu pelas informa�oes brother.
Parabens pelo blog!

Raphael Rap disse...

Fábio, Como disse no começo do texto, minha intenção é abordar uma pequena parte das pessoas que realmente tem esse tipo de problema. É comprovadamente uma doença, dizer que se trata de algo que deve ser colocado como pena de morte é o mesmo que voltar à época das Inquisições...

Teo, uma das questões que deveriam ser abordadas realmente se trata da legislação. Nesse ponto, sou obrigado a concordar com o Fábio... leis mais severas e abrangentes deveriam ser feitas...

Pois é Sarah, o lado sociopata e psicológico é olhado por vezes para um único lado... não que o pedófilo seja uma vítima, mas se queremos combater a pedofilia devemos olhar também as causas de tal prática... é assim que dirimimos todo tipo de consequência a posteriori

Diogo, lutar sempre... essa blogagem foi uma ótima mostra de que a população está sempre atenta..

Celia, com certeza nosso sangue sobe... você provavelmente ficou sabendo do caso ocorrido em Luziânia-GO onde a menina ficou acorrentada durante 7 anos servindo de prostituta escrava para um delinquente... O aspecto psicológico deve ser observado mas não nego também que deve haver sempre a pena (reclusão) maior...

Kessia, a castração sendo física é algo a ser pensado heheehe e da próxima vez eu aviso...

Daniel... Eu tendo a concordar não com a relativização da pedofilia, mas com a observação dela diante do aspecto sócio-psicológico... Não podemos ser absolutistas como a Norma e olharmos somente para a nossa sociedade se formos fazer um estudo histórico. Oras, é óbvio que consideramos um absurdo a prostituição infantil isso não neguei em momento algum, mas não procurar a causa de uma doença é simplesmente virar as costas para uma pessoa que pode ter recuperação...

Luma, as doses da castração química se referem àqueles que são reconhecidamente pedófilos mas não criminosos... a prática da prostituição infantil e divulgação de material pornográfico deve ser combatida, sem sombra de dúvida... Nisso nunca hei de discordar...

Marcos disse...

Olá rapaz muito bacana seu blog!!!!!!!!tudo de bom!!!!

Gabriella disse...

Arrasô como sempre!

Caramba, tá parecendo Jornalismo Científico isso aqui! Repleto de pesquisa; de conceitos de dicionário e, como sempre, uma releitura do que acontece.
Doença tem que ser tratada antes, né não?!

Difícil defender tua postura, mas vale a pena gerar algum bafafá para conseguir quebrar alguns conceitos.

É difícil olhar para um pedófilo com pena (caso seja distúrbio mental)...preferimos sempre ver o monstro do que um ser que precisa de ajuda...

É difícil...

Saudades!

Beijão

Daniel disse...

Rap - O que vejo é apenas uma resposta devida a uma tentativa de amenização e relativização do que é pedofilia por parte do "filosofo".

Agora, definir de forma categórica como absolutismo uma defesa de opinião é ser absolutista. Não sei o que te levou a pensar isso; Se foi o "post", ou perfil severo da Norma em seu blog?

Posso dizer que defender seu ponto de vista quando entendemos que há uma argumentação distorcida não significa absolutismo. Jesus fez isso!! Defendeu a verdade o tempo todo e de forma veemente. Nem por isso deixou de ter graça e amor pelas pessoas, mas definiu muito bem o que é pecado e onde o mesmo leva. Ou seja, morte.

Na verdade eu creio que tudo que um sociopata, psicopata e todos os "patas" esperam é que suas culpas sejam amenizadas ou transferidas para outras definições que os façam sentir menos culpados. Quero lembrar tbem, que quando sugeri essa leitura, eu não estava construindo subentendidamente a idéia de que o "pedófilo" não tem salvação. Apenas achei interessante o dialogo e a tentativa nítida do filosofo de transformar a pedofilia em algo bem mais ameno do que realmente é.

De qualquer forma respeito a opinião.