Sábado, Abril 18, 2009

Ventilando

Ventilador estúpido
Girava suas pás simetricamente
Causava um estampido
Resgatando o escondido definitivamente

Era muito revelador
Muito mais quando agia à exaustão
Revelava amarga dor
E nunca mais trazia o mesmo pó, a mesma paixão

É artificial observa-se
Não deixa ninguém em extrema surpresa
Sua ação é monitorada, espera-se

Instrumento avassalador
Essa consciência inescrupulosa
Sem vínculos, ser ardor.

5 comentários:

Kessia disse...

aposto que esse poema surgiu numa aula não muito interessante... rsrsrs

Willcomjc disse...

Companheiro, tem um prêmio pra vc lá no Celebrai!

Abração!!!

luzdeluma disse...

Eu nunca iria comparar um ventilador com a consciência! Só você mesmo!! Bom feriado! Beijus

Catarina Ferreira disse...

o ventilador é ele mesmo ou um símbolo para algo mais?
fiquei me perguntando.
té mais!

Raphael Rap disse...

Kessia, na aula eu não consigo mas entre aulas sempre hehe

Catarina, o ventilador é a consciência ou algo mais dependendo de como enxergamos o que comumente chamam de senso-comum...

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