Ventilando
Ventilador estúpido
Girava suas pás simetricamente
Causava um estampido
Resgatando o escondido definitivamente
Era muito revelador
Muito mais quando agia à exaustão
Revelava amarga dor
E nunca mais trazia o mesmo pó, a mesma paixão
É artificial observa-se
Não deixa ninguém em extrema surpresa
Sua ação é monitorada, espera-se
Instrumento avassalador
Essa consciência inescrupulosa
Sem vínculos, ser ardor.



5 comentários:
aposto que esse poema surgiu numa aula não muito interessante... rsrsrs
Companheiro, tem um prêmio pra vc lá no Celebrai!
Abração!!!
Eu nunca iria comparar um ventilador com a consciência! Só você mesmo!! Bom feriado! Beijus
o ventilador é ele mesmo ou um símbolo para algo mais?
fiquei me perguntando.
té mais!
Kessia, na aula eu não consigo mas entre aulas sempre hehe
Catarina, o ventilador é a consciência ou algo mais dependendo de como enxergamos o que comumente chamam de senso-comum...
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