Síndrome de Underground
Se há um mal que afeta continuamente o não mais underground mundo virtual é a ideia de que tudo que se populariza fica ruim. Aliás, não é só no meio virtual que isso costuma acontecer basta, por exemplo, encontrar um fã do mais obscuro tipo de música que ao ver seu estilo musical na boca de "meros mortais" esperneia, maldizendo o responsável por ter popularizado aquilo que era domínio dele e de mais aproximadamente dez pessoas.
Quando o Twitter se popularizou não foi difícil encontrar sandices como essa. Ridicularizou-se que a partir daquele momento a ferramenta citada viraria um novo Orkut. Penso que tais manifestações são representações de obscuros pensamentos discriminatórios.
Muito do que se escreve sobre internet está relacionado ao fato de que consegue-se transcender barreiras e extirpar preconceitos, fazendo com que a comunicação seja multifacetada. No entanto, percebe-se claramente uma indelével característica social humana: a dificuldade de aceitar o que é diferente ou, quem sabe, o novo.
É, no fim, só mais uma idiossincrasia tão presente no nosso comportamento quanto no de homens de cinco mil anos atrás. Somos os mesmos, nada temos a oferecer de novo, com exceção dos meios pelos quais nos mostramos idiotas e inteligentes, imbecis e gentis, contraditórios e coesos. Um dia a humanidade evoluirá, no sentido de não ter mais tanta estupidez? Creio que dificilmente... isso é parte do que somos.
Quando o Twitter se popularizou não foi difícil encontrar sandices como essa. Ridicularizou-se que a partir daquele momento a ferramenta citada viraria um novo Orkut. Penso que tais manifestações são representações de obscuros pensamentos discriminatórios.
Muito do que se escreve sobre internet está relacionado ao fato de que consegue-se transcender barreiras e extirpar preconceitos, fazendo com que a comunicação seja multifacetada. No entanto, percebe-se claramente uma indelével característica social humana: a dificuldade de aceitar o que é diferente ou, quem sabe, o novo.
É, no fim, só mais uma idiossincrasia tão presente no nosso comportamento quanto no de homens de cinco mil anos atrás. Somos os mesmos, nada temos a oferecer de novo, com exceção dos meios pelos quais nos mostramos idiotas e inteligentes, imbecis e gentis, contraditórios e coesos. Um dia a humanidade evoluirá, no sentido de não ter mais tanta estupidez? Creio que dificilmente... isso é parte do que somos.



9 comentários:
Cara... isso é coisa de gente fresca ... é bem isso que você diz... se não é underground o cara não é mais cool, conheço pessoas que quase passam do limites e as vezes dá até uma raíva pois você não sabe nem aonde essa pessoa vive.... engraçado que isso acontece bastante na música! então seguindo ai o raciocínio do raciocinado, parece que é um síndrome ter que ser diferente, e que se você não for você não estará entre os mais legais...fodam-se todos!
É. A natureza humana não muda.
E quando uns tentam mudar, são taxados de tolos.
Uma pena...
Beijo, Rafa =*
concordo.. isso não vai mudar tão cedo.. somos eternos idiotas até nas minimas coisas como essa
beijos
Cara... um dos meus escritores favoritos ja disse isso a milhares de anos atras ( Rei Salomão), nada há de novo debaixo do sol, tudo é vaidade!!!
Inclusive essa de querer ser único, o primeiro a saber....
Sim,
A estupidez faz parte do que somos.
Tem gente que gosta de se sentir superior porque usa algo que outro não usa. "Incluso digital" virou um xingamento, uma expressão usada para escárnio, e não algo que teoricamente deveria representar algo bom, isto é, que uma pessoa agora é integrada a conhecimento e outras pessoas por meio da tegnologia.
Mas a tendência real é que quanto mais pessoas façam algo, esse algo será feito de modo imbecil.
isso me lembrou aquela música "ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais".. rsrs
confesso q fico irritada qdo algo q eu gosto mto se populariza, mas é mais pq aquilo q era tão único acaba sendo vulgarizado.. e até mudado..
sei lá..
acho q ser humano tem essa necessidade de exclusivismo..
pura frescura..
concordo
bj
Os que se acham superiores, não gostam do que é pop! "O pop não poupa ninguém!"(rs*) Beijus
Concordo com a sua opinião mas também defendo a idéia de que é criticada. Uma coisa popularizada, na grande maioria das vezes perde seu caráter primário! Um exemplo muito citado é a música, o que é hoje esse tal pagofunk??? De uma visão leiga no assunto é a mistura de pagode e funk, mas por ser popular qualquer pessoa tem o acesso ao conteúdo assim podendo modificá-lo, e concequentemente perdendo suas caracteríscas iniciais! O que era uma coisa tornou-se completamente diferente, não que o mundo tenha que ser sempre o mesmo e que as coisas não devam evoluir, mas grandes obras acabam perdendo seu valor, ao ser popularizadas, aí que vem a dúvida cruel, fica-se famoso ou preserva-se a qualidade?
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